FAQs (Frequently Asked Questions) - Questões Frequentes

O que é um consórcio?

Um consórcio é uma parceria de instituições do ensino superior que pretendem implementar um projecto conjunto (neste caso, um esquema de mobilidade).

Existe uma idade mínima para poder candidatar-se ao EBW?

As linhas orientadoras definidas pelo programa não estabelecem qualquer idade mínima para poder candidatar-se. Contudo, os estudantes de graduação devem ter concluído com êxito pelo menos um ano de estudos a nível do ensino superior. É, igualmente, importante realçar o facto de todos os critérios de elegibilidade serem mínimos estabelecidos pela coordenação do programa, o que não significa que cada instituição de origem não possa definir critérios mais restritivos. Portanto, deve sempre informar-se na sua própria instituição de origem.

Que cursos posso frequentar nas IES (Instituições de Ensino Superior) de acolhimento?

As áreas de estudo prioritárias definidas pela Comissão Europeia para este programa são as seguintes: 05. Educação, Formação de Professores, 06. Engenharia, Tecnologia e 14. Ciências Sociais.

Em alguns casos pode acontecer que, na instituição de acolhimento, não assista a aulas, mas faça um estágio individual, desenvolva pesquisa ou um projecto. Assim, aconselhamos vivamente que visite o website de cada instituição parceira e que tome atenção à língua de ensino utilizada.

Tenho de pagar propinas?

A mobilidade inferior a 10 meses tem uma política de isenção de propinas, o que significa que os bolseiros apenas pagarão as propinas na sua instituição de origem, e não na instituição de acolhimento. Em todos os outros casos, a propina máxima a ser cobrada ao estudante estrangeiro está limitada a:
- EUR 3.000 por ano académico e estudante;
- EUR 5.000 para estudos de pós-doutorado especializados.
Não podem ser cobradas propinas a investigadores de pós-doutorado para fins de investigação. Eventualmente, poderá ser cobrada aos estudantes estrangeiros uma pequena taxa adicional para custos associados à utilização da biblioteca, representação de estudantes, custos de consumíveis de laboratório, etc., de igual forma que a estudantes locais. Em circunstância alguma podem as instituições parceiras cobrar aos estudantes de mobilidade propinas superiores aos valores indicados no parágrafo acima, ou utilizar o valor destinado ao subsídio de subsistência do estudante para pagar tais propinas.

No final do período de mobilidade é atribuído algum grau?

Os estudantes não receberão qualquer diploma, uma vez que apenas frequentam na instituição de acolhimento uma parte do curriculum exigido para a obtenção de grau (6/10 meses). Assim, receberão da instituição de acolhimento um “contrato de estudos”, que será utilizado pela instituição de origem para proceder ao reconhecimento académico da parte do curriculum que foi completada na instituição de acolhimento, com vista à obtenção do grau, posteriormente.
No caso de mobilidade de docentes e de pós-doutorados, não é atribuído qualquer grau.
No caso de mobilidade de doutorados (menos de 34 meses), os diplomas serão atribuídos pela instituição de origem.
No caso de mobilidade de estudantes de doutorado integral (34 meses), os bolseiros completarão todo o curriculum e obterão o grau pela instituição de acolhimento.

Os estudantes europeus podem receber bolsas de outros programas da Comunidade Europeia?

Podem receber bolsas de outros programas da Comunidade Europeia, mas não simultaneamente. Assim, se um estudante estiver, no momento, a beneficiar de uma bolsa com o mesmo propósito, não pode candidatar-se a outra bolsa de um programa diferente. Contudo, se, no passado, tiver beneficiado de outra bolsa, e no momento actual já não beneficiar, poderá candidatar-se.

Como vou receber a minha bolsa?

Todos os estudantes, investigadores e docentes começarão a receber o pagamento das suas bolsas, cujo valor já está predefinido de acordo com o tipo de mobilidade, na data prevista de chegada à instituição de acolhimento. O primeiro pagamento incluirá o valor correspondente a dois meses e os seguintes pagamentos serão feitos mensalmente.

Para bolseiros brasileiros:

Para bolseiros europeus:


Como posso obter o visto?

Deve obter o visto no seu próprio país, através da embaixada do país da universidade de acolhimento onde irá fazer mobilidade. Deve ter atenção ao facto de que poderá demorar mais do que dois meses a obter o visto; portanto, deve contactar a embaixada assim que receber a confirmação de que foi aceite pela instituição de acolhimento.

Podem candidatar-se a uma bolsa pessoas de nacionalidade brasileira a viver na Europa?

Não, não podem, porque, para o fazer, têm que estar inscritos numa das instituições brasileiras parceiras.

E quanto ao seguro?

A coordenação do programa irá fornecer seguro a todos os bolseiros, de acordo com as exigências específicas estabelecidas nas orientações para candidatos.

Posso beneficiar de mais de um tipo de mobilidade?

Não, pode apenas beneficiar de um tipo de mobilidade.

No país de acolhimento, a que serviços vou ter acesso?

O Serviço de Relações Internacionais da sua instituição de acolhimento irá fornecer-lhe todas as informações relativas a alojamento, apoio linguístico, vida social, custo de vida e procedimentos administrativos. Deve contactar directamente a sua instituição de acolhimento para saber exactamente quais os serviços disponíveis para estudantes internacionais.

Quando tenho que fazer o meu período de mobilidade?

Todos os fluxos de mobilidade têm de iniciar antes do dia 1 de Abril de 2009. Caso tudo esteja já preparado para a mobilidade, pode iniciá-la antes dessa data, mas nunca depois! Seria desejável, especialmente para estudantes de graduação, iniciar a mobilidade em Fevereiro de 2009, data em que tem início o 2.º semestre nas instituições europeias.

É permitida a mobilidade inter-europeia ou inter-brasileira?

Não, não é permitido. Os fluxos de mobilidade compreendem apenas 2 direcções: do Brasil para a Europa e da Europa para o Brasil.

Como será efectuada a selecção dos candidatos?

O primeiro passo é a validação da candidatura pela instituição de origem. O passo seguinte é a aceitação da candidatura pelas instituições de acolhimento seleccionadas pelos candidatos. De seguida, cada instituição procederá a um ranking de todos os candidatos aceites, com base nos critérios que pode encontrar no “Guia do Candidato”, e serão seleccionados os candidatos que obtenham uma melhor qualificação. Recomendamos que os candidatos seleccionem 3 Instituições de Ensino Superior diferentes.

Sou um estudante de intercâmbio Euro Brazilian Windows. Tem de existir um acordo bilateral entre a minha instituição de origem e a de acolhimento?

Não, não é necessário existir esse acordo, uma vez que as instituições de origem e de acolhimento assinam um acordo que substitui o habitual acordo bilateral.

Tenho de falar a língua oficial das Instituições de Ensino Superior a que me candidato, ou apenas inglês?

As orientações do programa determinam que os candidatos devem ter conhecimentos suficientes da língua de ensino das instituições europeias seleccionadas. Portanto, isso significa que se a língua de ensino for inglês, isso será suficiente; se, pelo contrário, a instituição de acolhimento exigir conhecimentos de outra língua, o candidato terá de cumprir esse requisito, e incluir na candidatura uma prova de aptidão nessa língua, sob pena de não ser considerado elegível para mobilidade. Por favor confirme a informação relativa à exigência de língua na oferta formativa de cada instituição.

Como posso ter a certeza de que a minha instituição de origem irá reconhecer os estudos desenvolvidos na instituição de acolhimento?

Todas as instituições parceiras irão assinar um contrato de estudos, previamente à mobilidade dos bolseiros, através do qual se comprometem ao reconhecimento formal dos estudos.

Se não for seleccionado por nenhuma das 3 Instituições de Ensino Superior a que me candidatei, tenho ainda alguma hipótese de fazer mobilidade?

No caso de não ser seleccionado pelas IES escolhidas, o candidato pode ainda vir a ser contactado pelo coordenador do projecto, que lhe proporá uma outra oferta formativa/curso com vagas disponíveis. Uma vez que este contacto será feito através de e-mail, por favor certifique-se de que no formulário de candidatura indica o endereço de e-mail que utiliza com mais frequência.

No que diz respeito a alojamento, tenho de ser eu a encontrar um sítio para ficar, ou é da responsabilidade da instituição de acolhimento fornecer alojamento aos bolseiros?

Em princípio, o alojamento será tratado pela instituição de acolhimento, mas isso é um assunto a ser discutido entre o bolseiro e a respectiva instituição, após a aceitação do candidato na instituição de acolhimento.

E se os custos da viagem excederem o valor pago pela bolsa?

O valor fornecido pela bolsa para fazer face às despesas de viagem está directamente relacionado com a distância linear entre as instituições de origem e de acolhimento do candidato, e engloba viagem de ida e volta. Caso os custos excedam o valor fixado pela Comissão Europeia, a diferença terá de ser paga pela bolsa mensal, durante os primeiros três meses de estadia do bolseiro.

É possível terminar o período de mobilidade antes da data prevista? Que consequências podem advir?

Naturalmente, ninguém pode impedi-lo de regressar ao seu país de origem por alguma razão. Mas nesse caso, o pagamento da bolsa será imediatamente suspenso e, provavelmente, terá de pagar você mesmo a viagem de regresso. Pode, também, acontecer que, dependendo da sua instituição de origem e do tempo que passou na instituição de acolhimento, esta instituição não aceite o reconhecimento de estudos.

O que devo fazer se esquecer os meus dados de utilizador e senha?

Nesse caso, a única solução será criar um novo registo. Por motivos de segurança, a coordenação do projecto não pode fornecer os dados de acesso dos candidatos.

Apenas me quero candidatar à Universidade do Porto. Posso preencher o formulário e anexar os documentos em Português?

Ainda que apenas pretenda candidatar-se a uma bolsa para realizar um período de mobilidade na Universidade do Porto, deve, obrigatoriamente, preencher o formulário e anexar os documentos exigidos em língua inglesa, de forma a que o painel de avaliadores pertencentes ao Comité Científico do EBW possa analisar a sua candidatura.

A minha Instituição de origem não emite os documentos em Inglês. Posso anexá-los em Português?

Todos os documentos que são exigidos para que possa submeter com sucesso a sua candidatura devem ser em língua inglesa, de modo a permitir a que as todas as Instituições parceiras compreendam a informação contida. Caso a sua Instituição de origem não tenha prevista a emissão dos documentos necessários em Língua Inglesa, deverá solicitar indicação junto da pessoa de contacto na sua Universidade sobre como proceder para obter a tradução certificada dos mesmos.
Eventualmente poderá ser o próprio candidato a elaborar a tradução, no entanto, esta terá sempre que ser certificada pela sua Universidade, que garantirá que a tradução feita está conforme o original. É da responsabilidade da Instituição de origem certificar-se que todos os documentos apresentados são verdadeiros, pelo que aconselhamos os candidatos a informarem-se junto da pessoa de contacto da sua Universidade sobre qual o melhor procedimento a tomar em relação a esta questão. A identificação das pessoas de contacto em cada Universidade membro do consórcio está disponível na secção “Contactos” do website oficial do consórcio, em http://ebw.up.pt.

Ao preencher o formulário de candidatura devo definir as disciplinas que irei frequentar/programa de trabalho que irei desenvolver, ou isso será feito posteriormente?

Quando selecciona as suas opções de mobilidade, no formulário de candidatura, escolhe apenas os cursos/áreas de investigação ou trabalho nos quais gostaria de realizar o seu período de mobilidade. Caso seja um estudante de graduação ou de doutorado, e seja seleccionado por uma das Instituições a que se candidata, será elaborado posteriormente um contrato de estudos entre a sua Instituição de origem e a de acolhimento, e apenas aí terá de escolher as disciplinas que irá frequentar. Eventualmente poderá escolher disciplinas de outros anos, mas sempre do curso e do semestre em questão.
No caso de ser um candidato a pós-doutorado ou um docente, a sua proposta de trabalho irá igualmente ser definida após a sua aceitação formal pela Instituição de acolhimento.

Que informação deve constar na carta de apoio da minha Universidade, e quem a deve elaborar?

A carta de apoio, em língua inglesa, poderá ser emitida pelo departamento no qual o candidato está inserido, pela faculdade do candidato, pelo professor responsável pelo curso que o candidato segue na sua Universidade de origem (director de curso) ou pela própria Universidade a nível central. Pretende-se que, através deste documento, a pessoa responsável pela formação do candidato confirme que este reúne as condições para se candidatar a uma bolsa de mobilidade. Os candidatos deverão solicitar indicação à pessoa de contacto da sua Instituição sobre qual o melhor procedimento a seguir em relação a esta questão e a quem deverão solicitar a elaboração da carta de apoio.

 

Projecto financiado com o apoio da Comissão Europeia.
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